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Prometheus

Instituto Junguiano

Autor

raissairie

2018 – Workshop Fontes do Saber

A Árvore, enquanto símbolo, está presente nas mais diferentes culturas e nos remete, invariavelmente, à Árvore da Vida cujo significado primordial é a perpétua evolução.

Representa, também, o caráter cíclico da evolução cósmica: vida, morte e regeneração. Cresce em posição vertical, subindo em direção ao céu, perde as suas folhas e se regenera por incontáveis vezes, morrendo e renascendo de modo cíclico sendo, por esta razão, entendida como símbolo de continuada fertilidade que garante a eternidade e a expressão da própria vida.

Em seu sentido dinâmico e realizador representa o Homem como Artífice do Cosmos, aquele que ao se mover conscientemente, materializa os desígnios do Criador no mundo manifestado.

Compreender a Árvore da Vida significa encontrar o próprio sentido existencial, significa experenciar a razão primeira e última pela qual somos designados a existir.

É sobre esta singular e tremenda experiência que estaremos trabalhando neste workshop.

Sejam todos bem-vindos!

Cris Albuquerque

2018 – Workshop Essencial

Como falar de Simplicidade sem incorrer no equívoco de: “abandona tudo e torne-se Zen”? Isto é uma árdua e complexa tarefa, pois, a Arte da Simplicidade não está lastreada em se ter ou não bens materiais, em se temos muito ou pouco dinheiro, em que ocupação profissional estamos, se somos casados ou solteiros, se estamos empregados ou desempregados e nem mesmo se meditamos ou não todos os dias. A Simplicidade é algo que vai emergindo gradualmente, naturalmente, como o fruto doce de um longo e continuado processo de vida vivida conscientemente. É sobre este grandioso processo de vida viva que estaremos trabalhando.

Pós Graduação Lato Sensu 2018

2017- Simpósio Homo Sapiens

Somos o desdobramento sem fim de um Ser Inefável que escolheu se expressar. Já fomos profunda potência imaterializada. Já fomos germe de consciência. Já fomos explosões cósmicas. Já fomos poeira estelar. Já fomos átomos vagando pelo espaço afora. Já fomos uma Terra convulsiva. Já fomos seres inanimados. Já fomos seres unicelulares. Já fomos vegetal. Já fomos animal. Já sentimos a experiência de se arrastar sobre o ventre. Já provamos o doce encanto da inércia. Já sentimos o doce sabor do sangue provocado por nossas presas. Já sentimos a suavidade do orvalho em noites de lua cheia. Já sentimos as alturas de vôos singulares. Já sentimos o ventre prenho de possibilidades. Já sentimos a experiência de se elevar como Homem. Já sentimos o afago de mãos que tocam a existência para sempre. Já sentimos e, ainda, sentimos as poderosas forças ancestrais se agitando dentro de nosso ser… O que ainda não sentimos, o que ainda não experenciamos, é “aquilo” que acontece quando se faz uma síntese, uma alquimia, de tudo isto dentro de nós.

Sejam todos bem-vindos!

Cris Albuquerque

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